• A história

    Palmeirense e neto de italianos, a Kombi de Rolando Massinha está na rua desde 2007.

    Rolando Massinha

    “Inventei essa loucura há 19 anos. Estava passando por uns carrinhos de hot dog e outras comidas em Belo Horizonte quando veio a luz. Por dificuldade financeiras não levei pra frente”.

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    Depois de aventuras em outras áreas – ele foi empreiteiro de obras e gerente de loja -, Rolando conseguiu montar o negócio.

    “Foi tudo muito rápido, juntei um dinheiro e comprei a Kombi. Depois de vinte dias estava aqui.”

    A Kombi branca, que antes vivia dias mais convencionais nas mãos de um vendedor de cachorro-quente, foi comprada em um impulso.

    “Liguei para o dono que estava vendendo a Kombi e pedi o número de sua conta bancária para eu depositar o dinheiro. Ele perguntou se eu não iria ver o carro antes. Eu disse que não, que estava tudo certo.”

    O faro de Rolando Massinha estava certo.

    “No dia em que parei aqui, não acreditei, vi que tinha conseguido. Hoje é só eu estacionar que já lota de gente.”